Ciências da Vida

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Pinguinário

O Pinguinário da Sabina foi aberto para visitação no dia 31 de março de 2009, inicialmente com 13 animais da família Sphenicidae, os pinguins-de-magalhães. Possui atualmente 23 pinguins, 12 fêmeas e 11 machos. Destes, três nasceram dentro da Sabina: a primeira pinguim nasceu em dezembro de 2013 e os dois irmãos nasceram em dezembro de 2014. O Pinguinário possui cenografia que simula o ambiente natural da Patagônia (Argentina), local de origem dos pinguins-de-magalhães, que proporciona o bem estar animal e também educativo para os alunos/visitantes.

O espaço de 114 m², sendo 33 m² de parte seca e um tanque de água salgada de 81 m² (com volume de 110 mil litros). O tanque de água salgada conta com sistema de filtragem apropriado para a manutenção da qualidade da água e seus parâmetros físico-químicos, necessários para a saúde dos animais e para a boa visualização pelos visitantes. Na parte seca do recinto inclui-se área para abrigo, solário, fuga, 2 ninhos e cambiamento (com 3,9 m2). O recinto para pinguins e demais dependências ligadas a ele foram projetados seguindo-se a Instrução Normativa do Ibama N° 4 de 2002.

 Pinguins-de-magalhães 

Os pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) são aves marinhas com o corpo adaptado para viverem na água. Não voam e têm suas asas modificadas em nadadeiras. São animais com aproximadamente 70 cm de altura e pesam cerca de 5 kg. Apresentam uma plumagem preta no dorso e branca no ventre e pescoço, bem distintas após a primeira troca de penas, que ocorre quando eles completam um ano.

Esta espécie de pinguim vive em uma zona de clima temperado, podendo sofrer variações na temperatura do ambiente de 7 a 35°C. É encontrada na Patagônia Argentina e Chilena, formando grandes colônias chamadas de “Pinguineiras”. 

É uma espécie que possui dois períodos de vida distintos. Na época reprodutiva, nos meses de setembro a março, em que se formam casais monogâmicos, a fêmea coloca dois ovos em ninhos construídos em tocas ou aos pés das árvores. No período não reprodutivo, eles saem em busca de alimento se aventurando por distâncias mais longas, podendo chegar ao nosso litoral sudeste, buscando peixes, lulas e pequenos crustáceos, normalmente em grupos de 20 ou mais indivíduos. 

Muitas vezes são encontrados fracos, debilitados e necessitando de cuidados. Nesta situação, estes animais são encaminhados a Centros de Reabilitação de Animais Marinhos e, depois de estabilizados, são levados para instituições que possam utilizá-los como meio de Educação Ambiental e pesquisa para melhor conhecimento da espécie. 

Serpentário

O serpentário da Sabina tem 12m² e formato octogonal, atravessado por um túnel de vidro central que facilita a visualização dos animais. É habitado por apenas uma espécie de serpente, a Jibóia, cujo nome científico é Boa constrictor amarali. O serpentário da Sabina foi inaugurado em 2007 e possui três animais machos. Essa espécie de jibóia é encontrada na região do cerrado brasileiro, pode medir cerca de 2,5m e pesar até 15kg em vida livre. São animais que sofrem tráfico, devido sua beleza e obsessão pelos répteis.

As serpentes surgiram a aproximadamente 140 milhões de anos, ou seja, época em que dividiam espaços com os dinossauros. Elas são capazes de realizar um movimento único, ao qual denominamos serpentiforme. São animais que não controlam a temperatura do corpo, sendo denominados pecilotérmicos.

 

 

 

Aquário Marinho 

O Aquário Marinho da Sabina foi inaugurado em 2007 e representa o costão rochoso do litoral brasileiro. Entre seus habitantes, assim como neste ecossistema, há tubarões, raias, moréias e peixes ósseos. Com seu formato decágono, com aproximadamente 7,5 metros de “diâmetro” por 3,5 metros de profundidade, o aquário comporta cerca de 120 mil litros de água, sendo um dos quatro maiores aquários marinhos do Brasil. 

É considerado um sistema semi-aberto, pois possui um sistema de filtração para manter a qualidade da água e por receber periodicamente água salgada nova, vinda do mar. Possui um tubarão lixa fêmea com cerca de 2,30 metros, duas raias ticonhas fêmeas, quatro moreias-verdes, e pequenas espécies de peixes como: salema, sargento, bodiões, baiacus de espinho, peixe-anjo e outros. 

Tanque de observação


É um tanque interligado ao Tanque Oceânico, onde os animais podem ser observados por cima, de forma muito próxima. Os visitantes podem conhecer a forma e a importância de cada espécie no equilíbrio ecológico, que é fundamental para o trabalho de Educação Ambiental.

 

Paleontologia

O setor de paleontologia da Sabina possui uma réplica em tamanho natural de um esqueleto de um Tyranossaurus rex de 12 metros, o Peck's Rex, além de réplicas em tamanho natural de outros animais pré-históricos, como o Archaeopteryx, Euparkeria, Massetognathus, Pisanosaurus, Saturnalia, Scleromochlus e Staurikosaurus.

Também possui um Anhanguera e um Ceratossauro com movimentos e sons que simulam os dos animais em seu habitat natural. Uma pequena coleção de fósseis verdadeiros e réplicas de mão completam a coleção.

Três simulações de sítios arqueológicos permitem que os alunos e visitantes experimentem o trabalho de um paleontólogo, desenterrando esqueletos de dinossauros usando pincéis para retirar a areia que os recobrem.

Réplicas de dinossauros

Todas as réplicas da Sabina foram feitas em seus tamanhos originais e são indivíduos adultos. Os primeiros dinossauros são pequenos, e só crescem para seus tamanhos imensos posteriormente. Isso devido ao fato de que os primeiros dinossauros viveram em um mundo onde havia outros grandes predadores, como grupos próximos aos crocodilos, que eventualmente os caçavam. Apenas quando estes monstros desapareceram, durante um grande evento de extinção no Triássico, os dinossauros viraram o jogo e se tornaram o grupo dominante.

Ceratosaurus

Juntamente com o Tyrannosaurus rex, o robotrônico é a maior atração na parte de Paleontologia, e uma das maiores de toda a Sabina. O mais interessante que podemos apontar no Ceratosaurus é a presença de chifres córneos em sua cabeça, como ornamentação, que dão um certo aspecto “monstruoso”. Outro detalhe interessante é a presença de osteodermos (estruturas ossificadas no revestimento do animal), que se espalham por todo o seu dorso.

 

Fósseis

Peck's Rex 

Este esqueleto mede o tamanho máximo já determinado para um T. Rex, 12 metros. Por tratar-se de uma réplica feita a partir de ossos originais, este é um exemplar que pode ser usado para estudos científicos de paleontólogos e cientistas.

 

Simuladores

Nave simuladora

A nave simula um vôo por Santo André, incluindo Paranapiacaba, e um breve mergulho pela laje de Santos mostrando toda diversidade da vida marinha. Capacidade: Por meio de formação de grupos de até 10 visitantes mediante retirada de senha, com sessões a cada 10 minutos aos sábados, domingos, feriados e recesso escolar. 



 


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